Foto: Maja Tillmann. Captura da pesquisadora Jacqueline Fiuza da Silva Regis.
Lançado em julho do ano passado, o programa Conhecimento Brasil é uma iniciativa inédita do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para atrair de volta ao país pesquisadoras e pesquisadores da diáspora científica com o Programa de Repatriação de Talentos.
Como estima o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, veiculado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), cerca de 6,7 mil cientistas foram continuar suas pesquisas no exterior nos últimos anos, muito em virtude da falta de investimentos, bolsas de pesquisa congeladas e corte de verba para manutenção de equipamentos.
Fora isso, segundo o presidente do CNPq, Ricardo Galvão – em divulgação pela TV Brasil – o país forma mais cientistas do que consegue empregar, o que provoca a busca de oportunidades para a carreira científica no cenário internacional.
Além da baixa oferta de emprego e concursos públicos, a diáspora acadêmica ocorre por motivos diversos e de maneira mais complexa, conforme aponta reportagem da Agência Brasil, publicada em 2023.
Diante deste cenário, houve uma retomada de investimentos, ainda que tímida, com aumento de recursos para o CNPq e para a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes): o programa Conhecimento Brasil surge neste contexto, a fim de trazer ao país especialistas capazes de ajudar a promover o desenvolvimento científico, tecnológico e social também em âmbito Nacional.
Com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), gerido pelo MCTI, a oportunidade de proporcionar o retorno ao país e estreitar laços com universidades e empresas — através do Programa de Repatriação de Talentos Conhecimento Brasil — teve boa aceitação pela comunidade científica.
Nas duas chamadas realizadas houve manifestação de interesse de mais de 2.500 cientistas brasileiras radicadas em 56 países em regressar ao Brasil ou atuar em cooperação científica com instituições e empresas nacionais, de acordo com os dados da demanda bruta submetida às duas chamadas do programa.
Na chamada de Atração e Fixação de Talentos do programa Conhecimento Brasil, foram submetidas 1390 propostas para a linha 1, e 136 para linha 2. Destas, 40,7% foram aprovadas na primeira linha e 24,3% na segunda – a linha 1 estabelece o desenvolvimento de projetos em universidades e institutos de pesquisa brasileiros, enquanto a linha 2 proporciona a cooperação de propostas com empresas.
Ao todo, foram aprovados 599 projetos de pesquisadoras e pesquisadores que atuavam no exterior ou que concluíram doutorado ou pós-doutorado fora do país a partir de 2019. Com isso, será possível trazer de volta ao Brasil cientistas brasileiros e brasileiras atualmente residentes em 34 países, distribuídos por todos os continentes, para desenvolverem seus projetos, ao longo de até cinco anos, nas duas linhas de atuação previstas.
Entre os 54 projetos aprovados na área de conhecimento das ciências humanas, há 10 linguistas contempladas, e entre as 10 propostas se destaca a pesquisadora Jacqueline Fiuza da Silva Regis, que estava atuando na Alemanha e agora irá desenvolver um projeto vinculado ao INCT Caleidoscópio na Universidade de Brasília (UnB).
INCT Caleidoscópio dá as boas-vindas a Jacqueline Fiuza
Com uma proposta de trabalho alinhada a missão do INCT Caleidoscópio que visa compreender e enfrentar desigualdades, violências e iniquidades interseccionais em perspectiva feminista sobre gênero e sexualidade, Jacqueline Fiuza propõe uma pesquisa de análise crítica e decolonial do discurso sobre o corpo que menstrua e vivencia a menopausa com título: Análise linguístico-textual de representações discursivas sobre corpos em idade (pós-)menstrual: pesquisa, extensão e comunicação científica.
No campo do trabalho de extensão, o projeto busca realizar trocas e popularização de saberes sobre a saúde desse corpo. Desta forma, o conhecimento produzido pode fomentar o desenvolvimento de tecnologias sociais que contribuam para garantir mais dignidade e superar desigualdades que atravessam estes corpos.
Com mais detalhes, Jacqueline explica que a ideia central do projeto é a análise crítica, decolonial e antirracista do discurso sobre o corpo que menstrua e vivencia a menopausa, promovendo também extensão com troca e popularização de saberes sobre a saúde desse corpo. O objetivo é fomentar o desenvolvimento de tecnologias sociais que contribuam para garantir mais dignidade e superem desigualdades, promovendo o acesso e permanência destes corpos não só na comunidade científica, mas também em outras esferas públicas de prestígio e poder.
Jacqueline é mãe de três filhas, PhD pela Universidade Friedrich Schiller, Jena, Alemanha; Doutora em Linguística pela UnB (Cotutela e Bolsa Capes/DAAD); e em 2021, realizou estudos pós-doutorais em Stuttgart na área de Educação sobre temas que se encaixavam com sua atuação docente.
Desde de 2020, a pesquisadora atuava como professora de classe numa escola de ensino fundamental na Alemanha, país para onde foi em 2019 para acompanhar seu companheiro e pai de suas filhas no período do seu estágio pós-doutoral na Universidade de Tübingen.
“Poucos meses após a nossa chegada, foi declarada a pandemia de coronavírus e as fronteiras foram fechadas. Diante das incertezas e da desastrosa condução política no Brasil àquela época, que já tinha motivado nossa saída, decidimos continuar mais algum tempo na Alemanha, país que já fazia parte da minha biografia transmigratória.”, relata Jacqueline.
Embora tivesse concluído seu doutoramento pouco tempo antes e estivesse realizando um estágio pós-doutoral, “não me via seguindo carreira acadêmica, porque a maternidade parecia não ser conciliável com uma academia ainda muito alheia às especificidades da condição de mãe-pesquisadora.”, conta a pesquisadora.
“Depois de 10 anos, três partos e incontáveis horas de amamentação paralelamente à pesquisa, não me sentia nem adequada nem bem-vinda neste espaço com expectativas que ignoram necessidades específicas da mulher-mãe-pesquisadora. Lembremos, por exemplo, que só em 2021 o CNPq anuncia a inclusão do campo licença-maternidade no Currículo Lattes. O fato de concursos públicos para cargos estáveis para professora universitária só pontuarem a produção dos últimos cinco anos, por exemplo, significa para mães de crianças pequenas um convite discreto a sair do páreo. Quando se estava, nos últimos cinco anos, gestando, parindo, amamentando e lamentando o fato de toda a atuação anterior não ser mais considerada, não parece razoável acreditar ter chances diante de uma concorrência que não carrega nas costas a responsabilidade da parentalidade. Isso é uma questão ainda mais excludente se considerarmos a grande carência de oferta de educação infantil especializada, acessível, universal e gratuita. Uma universidade que prevê e reconhece a parentalidade como potencialmente pertencente e não como empecilho à vida da pesquisadora, deveria por exemplo ter creches para a comunidade universitária, para todas as famílias atuando desde os serviços gerais até à pesquisa de ponta, passando pelas estudantes.” diz.
Por estes motivos, embora seguisse estudando e atuando como pesquisadora independente, com contato com o Laboratório de Estudos Críticos do Discurso (LabEC), da UnB, Jacqueline nos conta que havia dado por encerrada sua atuação na Universidade — mesmo já tendo sido professora colaboradora junto ao Núcleo de Estudos Linguagem e Sociedade, CEAM/UnB, no Departamento de Linguística, Português e Línguas Clássicas da Universidade de Brasília, especialidade Língua Portuguesa; docente de Língua Alemã na Universidade de Brasília; e da área de Romanística na Universidade Friedrich Schiller.
“Como mulher e mãe, eu não vislumbrava a saída da precariedade dessa atuação sem estabilidade, estabilidade possível para quem pudesse se dedicar exclusivamente à carreira acadêmica sem os desvios impostos pela parentalidade responsável e dedicada. De forma independente, segui nos últimos cinco anos pensando, lendo e pesquisando sobre questões relacionadas a língua, poder, corpo, cultura e à luta antirracista, especialmente em perspectiva afrodiaspórica. Minha pesquisa acontecia orgânica e biograficamente nas vivências do cotidiano marcado num corpo com útero e fenótipo racializado, lido como mulher não branca, num contexto majoritariamente marcado pela branquitude e cunhado no patriarcado colonizador e racista da modernidade.”, diz Jacqueline.
E seu relato continua: “Apesar da alta qualificação, atuando esses cinco anos como professora numa escola de ensino fundamental na Alemanha, me vi constantemente na condição marginal de ‘outsider within’, para valer-me da denominação cunhada por Patricia Hill Collins, que argumenta “que muitas intelectuais negras têm feito uso criativo de sua marginalidade, do seu status de ‘outsider within’, para produzir um pensamento feminista negro capaz de refletir um ponto de vista especial em relação ao ‘self’, à família e à sociedade” (Hill Collins, 2016, p. 99). Não demorou muito tempo para perceber que eu era relativamente bem-vinda, mas nunca com igualdade de direitos ou de poderes, certamente com mais deveres.”
De acordo com a pesquisadora, para conseguir lidar melhor com essa situação, foi fundamental a conexão com outras pessoas marcadas pela migração e pela racialização e que sentiam igualmente na pele o racismo manifesto no cotidiano. “Foi fundamental a conexão com associações de migrantes. Foi fundamental conhecer a Telar e.V., uma organização da sociedade civil de Tübingen, que se entende como tecelagem, com o objetivo de conectar e ligar projetos e iniciativas migrantes, possibilitando a criação de um tecido colorido e diversificado de diferentes cores e padrões.”, diz.
“Uma das ações promovidas pela Telar e.V. é o trabalho de comunicação comunitária participativa. Nesse escopo pude participar num curso de formação para o trabalho com radiofonia e podcast, conduzido pelas transmigrantes colombiana Ivonne Cadavid, peruana Maja Tillman e camaronesa Rufine Songué, em cooperação com rádio livre comunitária de Tübingen, Wüste Welle, e participar na mesa de redação do “Wir erzählen: Frauen machen Radio” (Nós vamos contar: mulheres fazendo rádio). Essa experiência, além de me fortalecer a alma diante dos encontros e da solidariedade migrante em uma rede Sul-Sul no Norte global, me capacitou e impulsionou para iniciar a rádio produção e podcast Migrofone (um microfone para migrantes), com o objetivo de aumentar a visibilidade, ou melhor, a audibilidade, de nossas vozes e de nossas histórias, em narrativas próprias, em contraponto a discursos sobre nós, sem nossas vozes, tão presentes e difundidos pela mídia tradicional.”, diz.
Foto: Maja Tillmann. Jacqueline Fiuza com Zaitoun, Laura Marcela Aguirre-Martínez e Natasha Yazdani.
Esse trabalho de comunicação participativa ou comunitária é também um dos eixos do projeto “Análise linguístico-textual de representações discursivas sobre corpos em idade (pós-)menstrual: pesquisa, extensão e comunicação científica”, aprovado pelo CNPq, no âmbito do programa Conhecimento Brasil, a ser desenvolvido dentro do INCT Caleidoscópio.
INCT Caleidoscópico como um oásis na paisagem desértica da academia
“Depois de minha decisão de abandonar a universidade, o INCT Caleidoscópico, fundado em 2022, surgiu no meu horizonte como um oásis na paisagem desértica da academia: um instituto de ciência e tecnologia declaradamente feminista e que objetiva ser um espaço seguro para a pesquisa comprometida com o combate decolonial e antirracista a iniquidades, desigualdades, violências de gênero e sexualidade em todas a formas possíveis de imbricação, com uma Incubadora Social, onde eu poderia caber na minha condição de mulher, com corpo que (ainda) menstrua e que materna. Por isso procurei a Profa. Dra. Viviane de Melo Resende, coordenadora atual do INCT, com a proposta de coordenar nessa Incubadora Social da Nucleação Centro-Oeste um projeto de pesquisa, extensão e comunicação científica sobre de representações discursivas sobre corpos em idade (pós-)menstrual.”, diz.
Alinhado à temática do projeto na qual a pesquisadora se debruça, foi apresentado no I Seminário Internacional do INCT Caleidoscópio: Práticas Socioculturais e Discurso um texto que explora sua proposta de análise crítica, decolonial e antirracista do discurso sobre o corpo que menstrua e vivencia a menopausa. Com título “Sangrando da Menarca à (Pós-)Menopausa: Uma Proposta de Pesquisa, Extensão e Divulgação Científica sobre Representações Discursivas de Corpos que Menstru(av)am”.
Neste trabalho, é possível ter uma visão das premissas e perspectivas que a pesquisadora traz, ao passo que reforça a importância social, acadêmica e científica do tema em suas dimensões de troca e popularização de saberes sobre a saúde desse corpo, a fim de fomentar o desenvolvimento de tecnologias sociais que contribuam para garantir mais dignidade e superar desigualdades, possibilitando o acesso e permanência destes corpos não só na comunidade científica, mas também em outras esferas públicas de prestígio e poder.
Leia o artigo na íntegra pelo link: Sangrando da Menarca à (Pós-)Menopausa: Uma Proposta de Pesquisa, Extensão e Divulgação Científica sobre Representações Discursivas de Corpos que Menstru(av)am
A menstruação e o corpo que menstrua é um tema também trabalhado por outros projetos na Nucleação Centro-Oeste que dialogam e que se articulam com a proposta de pesquisa de Jacqueline. Coordenados pela pesquisadora Maria Carmen Aires Gomes, em colaboração com uma rede de pesquisadoras de diferentes regiões e instituições, os projetos intitulados MEInstruAÇÃO – Enredando o Caleidoscópio no debate sobre as relações entre discurso, pobreza menstrual, meio ambiente e ciência em escolas de ensino médio no Brasil (CNPq) e Pobreza e Dignidade Menstrual, Meio Ambiente e Ciência: Enredando o Caleidoscópio em escolas do DF (FAPDF) promovem o letramento em educação menstrual de forma emancipatória, crítica e feminista decolonial, por meio de ações como oficinas, palestras-dialogadas e rodas de conversa. As atividades são realizadas em espaços coletivos, colaborativos e seguros, que favorecem a troca de saberes-poderes capazes de enriquecer e retroalimentar as práticas propostas.
Suas ações partem dos objetivos de identificar e analisar as narrativas de estudantes do Ensino Médio sobre as experiências e os conhecimentos sobre a menstruação para subsidiar ações e práticas emancipatórias e decoloniais; ressignificar as experiências e vivências com a menstruação (tabus, mitos, ordenamentos, estigmas) de forma a criar outras narrativas para um problema que assola as pessoas que menstruam: a falta de dignidade menstrual; e, por fim, debater sobre as relações entre o uso de tecnologias menstruais, o descarte e a sustentabilidade ambiental. Conheça mais sobre o projeto nesta edição do Boletim do Observatório Nucleação Sul/Sudeste do INCT Caleidoscópio.
Acesse o Instagram oficial do projeto e acompanhe suas ações de divulgação científica: MEInstruAÇÃO - @projetomeinstruacao.
“Sou muito grata pela ideia ter sido acolhida, não só pela professora Viviane, mas também por minhas parceiras, colaboradoras nesse intento que por natureza não poderia nunca ser individual. O projeto será desenvolvido em colaboração com a Profa. Dra. Dayane Augusta Santos da Silva, docente no Instituto Federal de Brasília (IFB), e estudantes do Ensino Médio desta instituição. Outra colaboradora é a jornalista Daniele Gruppi de Mendonça, também doutora em Linguística e especialista em Estudos do Discurso, servidora atuando na UNBTV. Além de Dayane e Daniele, também colabora nessa empreitada a pesquisadora sênior, aposentada da Universidade de Brasília, Profa. Dra. Silvéria Maria dos Santos, enfermeira obstetra/parteira e educadora popular, com uma longa trajetória e sapiência em estudos de epistemologias do sul, feministas e de gênero, em história das mulheres, movimentos populares e educação popular em saúde, saberes e experiências da tradição oral, com foco na atuação de parteiras, raizeiras, benzedeiras, rezadeiras e arteducadoras. Por último, mas de forma alguma menos importante, nos alegra demasiado ter conosco a renomada pensadora decolonial transmigrante afrodominicana, doutora em Antropologia Social, Rosa Inés Curiel Pichardo, mais conhecida como Ochy Curiel, uma teórica feminista, decolonial, antirracista, lésbica, cantora e antropóloga social, ativista no movimento de mulheres afro-caribenhas e defensora de que o lesbianismo não seja identidade, orientação, nem preferência sexual, mas sim uma posição política. Marcante em quase todas as trajetórias do nosso grupo são as vivências migratórias, atuais ou passadas, aspecto também importante quando nos dedicamos a pesquisar sobre as histórias dos corpos.”, diz.
Jacqueline nos conta que é muito gratificante vivenciar o reconhecimento, por parte do CNPq, da importância da diáspora científica, num tempo em que a transmigração caracteriza a biografia de tantas e, apesar do enriquecimento das experiências, muitas vezes dificulta a permanência na carreira acadêmica — quando frequentemente os famigerados últimos cinco anos tendem a não ter sido tão produtivos nos termos de uma academia meritocrática e produtivista, tantas vezes pensada para trajetórias lineares, sem desvios, relata ela.
“Entendo que com o programa Conhecimento Brasil, e com o retorno de investigadoras provenientes de mais de trinta países diferente com as mais diversas experiências acumuladas, ganha a academia brasileira com a riqueza desse tesouro, e ganhamos nós pesquisadoras pela possibilidade de voltar à terra natal com financiamento e todo o suporte necessário para construir os alicerces dos próximos cinco anos, ampliando nossas chances e condições de chegar a uma posição laboral estável para atuação na pesquisa e na docência numa instituição brasileira. No caso do nosso projeto, vinculamos essa oportunidade a um esforço de adequação dos espaços acadêmicos, físicos e simbólicos, a necessidade de nossos corpos que menstru(av)am, e de outros corpos que não representam o corpo branco homem cis heterossexual (idealmente nascido no norte global), para que possamos ocupar esses latifúndios, acadêmicos ou não, que também nos pertencem, desde sempre.”, finaliza.
A pesquisadora Jacqueline estará de volta ao Brasil em breve, e assume a coordenação de três grupos temáticos (GT) na Nucleação Centro-Oeste do INCT Caleidoscópio, com sede na UnB. Os GTs são: GT Saúde das mulheres nas IES; GT Tecnologias de enfrentamento ao racismo em escolas e IES; e GT Histórias e memórias de mulheres: educação e visibilidade.
Toda a comunidade do INCT Caleidoscópio celebra a iniciativa do Programa de Repatriação de Talentos devido diáspora científica: Conhecimento Brasil, e reforça a importância de mais programas e oportunidades para cientistas do país de modo que possibilitem que façam ciência nacional com investimento e amparo para sobrevivência e existência de seus corpos em suas carreiras.
Nossas atividades podem ser acompanhadas pelas páginas de Notícias do nosso site e pelo nosso Instagram @inctcaleidoscópio.